Vigilância.

14 de dez de 2009
Da janela ele olha
Ele olha e não vê
Não vê o que deveria, a meu ver.

E no sofá se esconde,
E de casa não sai,
É medo de ir aonde
O olho da mãe não vai.

Como seria ficar?
Ficar de permanecer...
Sempre se pensa em ir
E voltar.

Ficar na janela eterna,
Esquentar o sofá,
Repetir o que a mãe ensina:
"É prohibido viver!,
É permitido estar.”

1 comentários:

Joanna disse...

Sem loção, Sam... você é fudidamente bom! Me ensina?